PROTOCOLO 

INTERNO

COVID-19

1. ENQUADRAMENTO

O presente documento dá a divulgar os pontos essenciais do Plano de Contingência dos alojamentos byÉME para a Doença por Coronavírus (COVID-19) estabelecido pela byÉME – Sociedade Turística Lda, fornece informação aos colaboradores da empresa sobre esta nova doença, sobre as medidas de prevenção e controlo desta infeção, e sobre os procedimentos e medidas a adotar perante a identificação de casos suspeitos e/ou confirmados. O Plano de Contingência dos alojamentos byÉME para a Doença por Coronavírus (COVID-19) foi desenvolvido com base nas orientações da Direção-Geral da Saúde (DGS) e na melhor evidência científica disponível até ao momento. Os colaboradores da byÉME – Sociedade Turística Lda serão informados sobre a doença por coronavírus (COVID19) e sobre as formas de evitar a transmissão, através dos meios mais adequados: Boletim Informativo, por correio eletrónico, afixação de cartazes nos espaços comuns, etc. De igual modo, a informação sobre as recomendações e procedimentos estabelecidos no Plano de Contingência dos alojamentos byÉME para a Doença por Coronavírus (COVID-19) será amplamente divulgada, através dos meios mais adequados. A byÉME – Sociedade Turística Lda, está comprometida com a proteção da saúde e a segurança dos seus colaboradores, tendo também um papel importante a desempenhar na limitação do impacto negativo deste surto na comunidade, face às valências de conhecimento que detêm em diversas áreas.

 

 

2. CORONAVIRUS | COVID-19

Os coronavírus são uma família de vírus conhecidos por causar doença no ser humano e são bastante comuns em todo o mundo. A infeção origina sintomas inespecíficos como tosse, febre ou dificuldade respiratória, ou apresentar-se como doença mais grave, como pneumonia. O novo coronavírus (SARS-CoV-2), agente causador da doença por coronavírus (COVID-19), foi identificado pela primeira vez em dezembro de 2019, na Cidade de Wuhan (China). Embora o epicentro da epidemia tenha ocorrido em Wuhan, Província de Hubei (China), onde estão relatados a maior parte dos casos, o risco de infeção não se limita a Wuhan, mas a qualquer região com casos confirmados onde se verifique transmissão ativa e sustentada do vírus. Atualmente o segundo país com o número de casos é o Irão (à data da elaboração do Plano de Contingência dos alojamentos byÉME) seguido pela Itália. O período de incubação do novo coronavírus é de 2 a 14 dias. Isto significa que se uma pessoa permanecer bem 14 dias após contactar com um caso confirmado de doença por coronavírus (COVID-19), é pouco provável que tenha sido contagiada. Após exposição a um caso confirmado de COVID-19, podem surgir os seguintes sintomas:

  • Dificuldade respiratória;

  • Tosse;

  • Febre.

 

De forma geral, estas infeções podem causar sintomas mais graves em pessoas com sistema imunitário mais fragilizado, pessoas mais velhas, e pessoas com doenças crónicas como diabetes, cancro e doenças respiratórias. 

Pelo que é conhecido de outros coronavírus, a transmissão de COVID-19 acontece quando existe contacto próximo (perímetro até 2 metros) com uma pessoa infetada. O risco de transmissão aumenta quanto maior for o período de contacto com uma pessoa infetada. As gotículas produzidas quando uma pessoa infetada tosse ou espirra (secreções respiratórias que contêm o vírus) são a via de transmissão mais importante. Existem duas formas através das quais uma pessoa pode ficar infetada:

  • As secreções podem ser diretamente expelidas para a boca ou nariz das pessoas em redor (perímetro até 2 metros) ou podem ser inaladas para os pulmões; 

  • Uma pessoa também pode ficar infetada ao tocar em superfícies ou objetos que possam ter sido contaminados com secreções respiratórias e depois tocar na sua própria boca, nariz ou olhos. 

 

 

3. OBJETIVOS

A byÉME compromete-se a minimizar os riscos de propagação da COVID-19, implementando procedimentos internos de acordo com as orientações das Autoridades de Saúde, Direção Geral de Saúde (DGS) e Organização Mundial de Saúde (OMS). 

A elaboração deste manual pretende estimular a adesão às melhores práticas de higienização dos espaços e superfícies, no sentido de minimizar as cadeias de transmissão do vírus. Desta forma garantirmos uma atuação segura e de confiança a todos os intervenientes nos nossos alojamentos, quer sejam clientes, colaboradores ou parceiros.

Assim, com o presente protocolo interno e a implementação das medidas nele previstas pretende-se assegurar: 

  • Uma experiência segura para os hóspedes dos alojamentos byÉME; 

  • Garantir a minimização de riscos e saúde da equipa da byÉME; 

  • Minimizar todos os riscos de transmissão potencial da doença para a comunidade envolvente. 

 

 

4. PROCEDIMENTOS DE PREVENÇÃO

4.1 NAS INSTALAÇÕES DO ALOJAMENTO LOCAL

4.1.1 Sinalização e Informação

O Protocolo Interno relativo ao surto COVID-19 está disponível para consulta no website da byÉME (www.byeme.pt). Este será também enviado aos hóspedes no momento da confirmação da sua reserva, ou antes do check-in, por e-mail.

Nos alojamentos da byÉME é ainda disponibilizada informação sobre como cumprir as precauções básicas de prevenção e controlo de infeção relativamente ao surto de coronavírus COVID-19, através da afixação de sinalética. 

 

4.1.2 Plano de Higienização

A byÉME tem disponível um plano de higienização, visando a intensificação e cuidado dos atos de limpeza das unidades de alojamento que gere. A frequência da limpeza e desinfeção é feita de acordo com volume de utilizações/reservas registadas e inclui:

  • Lavagem e desinfeção, de acordo com o presente protocolo interno, das superfícies onde clientes e colaboradores circulam, garantindo o controlo e a prevenção de infeções;

  • Limpeza e desinfeção das superfícies e objetos de utilização frequente (incluindo bancadas, interruptores de luz, maçanetas, puxadores de armários e comandos de TV);

  • É dada preferência à limpeza húmida, em detrimento da limpeza a seco e do uso de aspirador de pó;

  • Renovação de ar é assegurada através da abertura de portas e janelas em detrimento da utilização de ares condicionadas, especialmente durante e após os procedimentos de higienização;

  • A lavagem do chão deve ser realizada com água quente e detergente desinfetante; 

  • Lavagem das instalações sanitárias, deve ser realizada, preferencialmente, com produto que contenha na composição detergente e desinfetante porque é de mais fácil aplicação e desinfeção;

  • As limpezas das áreas públicas e zonas técnicas serão objeto de registo.

 

4.1.3 Adequação do espaço selecionado para isolamento 

Os nossos alojamentos possuem local para isolar pessoas que possam ser detetadas como casos suspeitos ou confirmados de COVID-19 de acordo com as normas em vigor:  

  • Espaço arejado com ventilação preferencialmente natural;

  • Possuir revestimentos lisos e laváveis, casa de banho, stock de materiais de limpeza; 

  • Kit de proteção individual (máscaras cirúrgicas, luvas descartáveis, termómetro); 

  • Contentor de resíduos autónomo, sacos de resíduos, sacos de recolha de roupa usada;

  • Kit com água e alguns alimentos não perecíveis. 

 

4.1.4 Adequação das unidades de alojamento

A limpeza dos alojamentos é feita após o check-out, tendo sido suspensas as limpezas diárias durante uma estadia. Nenhum funcionário da byÉME deverá entrar nos alojamentos ocupados.

São realizados cuidados específicos para troca da roupa de cama e limpeza nos quartos, privilegiando dois tempos de intervenção espaçados e com proteção adequada conforme Protocolo Interno e Plano de Higienização e Desinfeção Interno (PHD).

A remoção da roupa de cama e atoalhados é feita sem a agitar ou sacudir, enrolando-a no sentido de fora para dentro, sem encostar ao corpo, acondicionada num saco fechado para ser transportada para a lavandaria.

A lavagem da roupa de cama/atoalhados é feita em separado à máquina e a temperaturas elevadas (cerca de 60ºC).

 

4.1.5 Equipamentos de higienização

Nos alojamentos são sempre disponibilizados:

  • Dispensadores de solução antissética de base alcoólica ou solução à base de álcool junto aos pontos de entrada/saída do alojamento;

  • Sabão líquido para lavagem de mãos, em todas as instalações sanitárias.

 

 

4.2 PARA OS COLABORADORES

4.2.1 Formação 

Todos os Colaboradores receberam informação e/ou formação, tendo sido disponibilizada informação específica sobre:

  • Protocolo interno relativo ao surto de coronavírus COVID-19;

  • Como cumprir as precauções básicas de prevenção e controlo de infeção relativamente ao surto de coronavírus COVID-19, incluindo os procedimentos:

higienização das mãos: lavar as mãos frequentemente com água e sabão, durante pelo menos 20 segundos ou usar desinfetante para as mãos que tenha pelo menos 70º de álcool, cobrindo todas as superfícies das mãos e esfregando-as até ficarem secas.

etiqueta respiratória: tossir ou espirrar para o antebraço fletido ou usar lenço de papel, que depois deve ser imediatamente deitado ao lixo; higienizar as mãos sempre após tossir ou espirrar e depois de se assoar; evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos.

conduta social: alterar a frequência e a forma de contacto entre os trabalhadores e entre estes e os clientes, evitando (quando possível) o contacto próximo, apertos de mão, beijos, postos de trabalho partilhados, reuniões presenciais e partilha de comida, utensílios, copos e toalhas.

  • Auto monitorização diária para avaliação da febre, verificação de tosse ou dificuldade em respirar.

  • Cumprir as orientações da Direção-Geral da Saúde para limpeza de superfícies e tratamento de roupa nos estabelecimentos.

 

4.2.2 Equipamento Proteção Individual (EPI’s)

Todos os colaboradores e profissionais ao serviço da byÉME devem usar (consoante a sua função): 

  • Máscara

  • Luvas

  • Bata ou avental

A farda dos colaboradores deve ser lavada à máquina e a temperaturas elevadas (cerca de 60ºC). 

 

4.2.3 Designação dos responsáveis

Contactos a acionar em caso de suspeita de infeção durante a estadia no alojamento: 

  • Diretor da byÉME (João Malaquias): 960 010 451

  • SAÚDE 24: 808 24 24 24 

  • INEM: 112

 

4.2.4 Conduta 

As medidas básicas de prevenção e controlo da infeção por parte dos colaboradores e parceiros da byÉME passam por: 

  • Aplicar todas medidas básicas de prevenção e controlo da infeção (higienização das mãos; etiqueta respiratória; conduta social);

  • Auto monitorização diária para avaliação da febre, existência de tosse ou dificuldade em respirar;

  • Manter a distância entre colaboradores e clientes e evitar contactos físicos, incluindo os apertos de mão;

  • Os profissionais de limpeza devem conhecer bem os produtos a utilizar (detergentes e desinfetantes), as precauções a ter com o seu manuseamento, diluição e aplicação em condições de segurança, como se proteger durante os procedimentos de limpeza dos espaços e como garantir uma boa ventilação dos mesmos durante a limpeza e desinfeção.

 

4.2.5 Stock de materiais de limpeza e higienização

O alojamento possui stock de materiais de limpeza que inclui: 

  • Desinfetante de superfícies, Detergente desinfetante para pavimentos, Luvas descartáveis, Sacos plásticos, Panos de limpeza microfibras multicores, Baldes e Esfregonas;

  • Dispensadores ou recargas de solução antissética de base alcoólica ou solução à base de álcool;

  • Contentor de resíduos com abertura não manual e saco plástico;

  • Equipamento ou recargas para lavagem de mãos com sabão líquido.

 

4.3 PARA OS CLIENTES

4.3.1 Equipamento Proteção individual

Nos alojamentos existem Kits de proteção individual (máscara cirúrgica, toalhita hidroalcoólicas e luvas descartáveis), que podem ser utilizados pelos hóspedes, em caso de necessidade.

 

4.3.2 Conduta

As medidas de prevenção gerais: 

  • Solicitamos a todos os nossos hóspedes que adiem a sua estadia no caso de suspeitarem ou apresentarem algum dos sintomas associados à Covid-19 (febre, tosse seca ou dificuldades respiratórias); 

  • O check-in será realizado por via eletrónica 24 horas antes da chegada; 

  • O check-in será realizado no modelo Self Check-in, com a chave junto à porta;

  • Os pagamentos devem ser realizados online ou por transferência bancária;

  • Para qualquer questão, os hóspedes deverão contactar-nos por telefone (rede MEO) e/ou Whatsapp;

  • Em todos os contactos presenciais, é solicitada a manutenção do distanciamento social (mínimo 2 metros); 

  • Solicita-se o uso de máscara nas zonas sociais (especialmente em espaços comuns); 

  • No período de realização da limpeza das unidades de alojamento, não poderá verificar-se a permanência de hóspedes;

  • Recomenda-se a lavagem frequente das mãos, durante um período mínimo de 20 Segundos, e a adoção de Etiqueta Respiratória.

 

Regras para a utilização dos espaços comuns dos Condomínios:

  • Manter o devido distanciamento das pessoas, nas circulações e na área da piscina;

  • Limitar a utilização da piscina pequena a duas crianças ao mesmo tempo;

  • Limitar a utilização da piscina grande a seis adultos ao mesmo tempo;

  • Remover todas as espreguiçadeiras e cadeiras, apenas permitido a utilização de toalhas, ou cadeiras dos próprios hóspedes pelos mesmos, em caso de efetiva necessidade;

  • Serão proibidos os mergulhos na piscina;

  • Será proibida a utilização de boias, bolas ou colchões na piscina.

 

 

5. PROCEDIMENTOS EM CASO DE SUSPEITA DE INFEÇÃO 

 

5.1 PLANO DE ATUAÇÃO

Em caso de suspeita de infeção por COVID-19, o trabalhador/ hóspede deverá permanecer encerrado na vila, contactando de imediato a Linha Saúde 24, e informando obrigatoriamente a direção da byÉME - Sociedade Turística, Lda, que irá prestar a assistência necessária, assegurar o cumprimento dos protocolos de prevenção e atuação COVID- 19 e articular os contactos necessários com as autoridades responsáveis e de socorro e reportar às chefias. 

 

5.2 DESCONTAMINAÇÃO DO LOCAL DE ISOLAMENTO

Com a confirmação de caso de infeção, é necessário reforçar a limpeza e desinfeção das superfícies, objetos e toda a área de isolamento bem como nas restantes áreas do alojamento, em especial nas superfícies frequentemente manuseadas e mais utilizadas, conforme indicações da Direção-Geral da Saúde. 

Os resíduos produzidos pelos doentes suspeitos de infeção deverão ser colocados num saco de plástico que, após fechado (ex. com abraçadeira) deve ser segregado e enviado para operador licenciado para a gestão de resíduos hospitalares com risco biológico. Sempre que necessário, é consultado o SILOGR (Sistema de Informação de Licenciamento de Operações de Gestão de Resíduos.

 

 

6. REGISTO DE ATOS/INCIDENTES

Nos serviços administrativos está disponível um “Registo de Incidentes” que será preenchido sempre que houver um caso suspeito, confirmado ou outra qualquer situação relacionada com o surto COVID-19 e onde constam os seguintes dados:

  • Alojamento

  • Data da Ocorrência

  • Descrição da Ocorrência

  • Atuação

  • Obs.

1 de maio | 2020

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